sábado, 28 de junho de 2014




quarta-feira, 25 de junho de 2014

Veja - Best Seller






O Velho Carpinteiro




Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar. Ele informou o chefe seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar. A empresa não seria muito afetada coma a saída do carpinteiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao carpinteiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.
O carpinteiro concordou, mas era fácil ver que ele não estava entusiasmado com a ideia. Ele prosseguiu fazendo um trabalho de Segunda qualidade e usando materiais inadequados. Foi uma maneira negativa dele terminar sua carreira. Quando o carpinteiro acabou, o chefe veio fazer uma inspeção da casa. E depois ele deu a chave da casa para o carpinteiro e disse:
- “Essa é a sua casa. Ela é o meu presente para você”. O carpinteiro ficou muito surpreso. Que pena!
Se ele soubesse que ele estava construindo sua própria casa, ele teria feito tudo diferente. O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na construção. Depois com surpresa nós descobrimos que nós precisamos viver na casa que nós construímos. Se pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Mas não podemos voltar atrás.
VOCÊ É O CARPINTEIRO. Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes. Alguém disse que “A vida é um projeto que você mesmo constrói”. Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a “casa” que você vai morar amanhã. Construa com sabedoria!
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Autor: Valtair Freitas

O Oásis & a Vida




Conta uma popular lenda do Oriente, que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
- Que tipo de pessoa vive nesse lugar?
- Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem? – perguntou  o ancião.
- Oh, um grupo de egoístas e malvados – replicou o rapaz – Estou satisfeito de haver saído de lá.
- A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui – Replicou o velho.
No mesmo dia, outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
- Que tipo de pessoa vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta: – Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu: – Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
- O mesmo encontrará por aqui – respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
- Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu:
- Cada um carrega no seu coração o meio e os sentimentos que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.


terça-feira, 24 de junho de 2014

O Espinhal Escolhido




Certa vez um homem interrogou o rabino Joshua Ben Karechah: “Por que Deus escolheu um espinhal para falar com Moisés?”
O rabino respondeu: “Se ele tivesse escolhido uma oliveira ou uma amoreira, você teria feito a mesma pergunta. Mas não posso deixá-lo sem uma resposta. Por isso digo que Deus escolheu um mísero e pequeno espinhal para ensinar que não há nenhum lugar na terra onde Ele não esteja presente”.


O Deva & o Buda




O Buda estava um dia no jardim de Anathapindika, na cidade de Jetavana, quando lhe apareceu um Deva (espírito da natureza) em figura de brâmane e vestido de hábitos brancos como a neve, e entre ambos se estabeleceu o seguinte diálogo...
O Deva:
- Qual é a espada mais cortante?
Ao que Buda respondeu:
- A palavra raivosa é a espada mais cortante.
- Qual é o maior veneno?
- A inveja é o mais mortal veneno.
- Qual é o fogo mais ardente?
- A luxúria.
- Qual é a noite mais escura?
- A ignorância.
- Quem obtém a maior recompensa?
- Quem dá sem desejo de receber é quem mais ganha.
- Quem sofre a maior perda?
- Quem recebe de outro sem devolver nada é o que mais perde.
- Qual é a armadura mais impenetrável?
- A paciência.
- Qual é a melhor arma?
- A sabedoria.
- Qual é o ladrão mais perigoso?
- Um mau pensamento é o ladrão mais perigoso.
- Qual o tesouro mais precioso?
- A virtude.
- Quem recusa o melhor que lhe é oferecido neste mundo?
- Recusa o melhor que se lhe oferece quem aspira à imortalidade.
- O que atrai?
- O bem atrai.
- O que repugna?
- O mal repugna.
- Qual é a dor mais terrível?
- A má conduta.
- Qual é a maior felicidade?
- A libertação.
- O que ocasiona a ruína no mundo?
- A ignorância.
- O que destrói a amizade?
- A inveja e o egoísmo.
- Qual é a febre mais aguda?
- O ódio.
O Deva então faz sua última pergunta:
- O que é que o fogo não queima, nem a ferrugem consome, nem o vento abate e é capaz de reconstruir o mundo inteiro?
Buda respondeu:
- O benefício das boas ações.
Satisfeito com as respostas, o Deva, com as mãos juntas, se inclinou respeitosamente ante Buda e desapareceu.
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(Buda - Aquele que Despertou. Editora: Martin Claret).

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Até onde vão as Mentiras




Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois, no entanto, descobriram que era inocente. Ele então foi solto e, após muito sofrimento e humilhação, decidiu processar o vizinho. No tribunal, o vizinho disse ao juiz:
– Mas, os comentários não causam tanto mal assim…
E o juiz logo ordenou:
– Escreva agora num pedaço de papel todos os comentários que você fez sobre ele. Em seguida, pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho até a sua casa. Amanhã cedo você volta para ouvir sua sentença!
Sem pestanejar, o vizinho obedeceu e voltou tranquilo no dia seguinte. Quando o juiz continuou a sua ordem:
– Antes da sentença, você terá ainda que catar todos os pedaços de papel que espalhou ontem!
– Mas, eu não posso fazer isso, meritíssimo! – respondeu o homem. – O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei mais onde estão!
Ao que o juiz respondeu-lhe como lição:
– Pois, é dessa mesma maneira que um simples comentário pode destruir a honra de um homem. Muitas vezes, as calúnias se espalham tanto, a ponto de não podermos mais consertar o mal causado.


Beladonas da Vida




Certa manhã, com uma entonação culposa, o discípulo confessava ao seu mestre: 
– Tenho passado grande parte do meu dia vendo coisas que não devia ver, desejando coisas que não devia desejar, fazendo planos que não devia fazer.
O mestre então, o convidou para um passeio. No meio do caminho, apontou para uma planta e perguntou se o discípulo sabia algo sobre ela. Demonstrando conhecimento, ele logo respondeu:
– É a Beladona. Pode matar quem comer suas folhas.
– Mas não pode matar quem apenas a contempla. – salientou o mestre – Da mesma maneira, os desejos negativos não podem causar nenhum mal se você não se deixar seduzir por eles.


Sobre Temperamento




Um praticante Zen foi à Bankei e pergunto-lhe aflito:
“Mestre, Eu tenho um temperamento irascível. Sou às vezes muito agressivo e acabo criando discussões e ofendendo outras pessoas. Como posso curar isso?”
“Tu possuis algo muito estranho,” replicou Bankei. “Deixe ver como é esse comportamento.”
“Bem… eu não posso mostrá-lo exatamente agora, mestre,” disse o outro, um pouco confuso.
“E quando tu a mostrarás para mim?” perguntou Bankei.
“Não sei… é que isso sempre surge de forma inesperada,” replicou o estudante.
“Então,” concluiu Bankei, “essa coisa não faz parte de tua natureza verdadeira. Se assim fosse, tu poderias mostrá-la sempre que desejasse. Quando tu nasceste não a tinhas, e teus pais não a passaram para ti. Portanto, saibas que ele não existe.”


Torne-se Oceano




Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo. Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e avista a sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre. Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência. Você pode apenas ir em frente. O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece, porque apenas o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano. Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento.


sábado, 14 de junho de 2014

Mudança & Autocontrole




Certa manhã, o colunista Sydney Harris acompanhava um amigo à banca de jornal. Lá chegando, seu amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Sydy sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana. Em seguida, quando os dois desciam pela rua, o colunista perguntou:
– Ele sempre te trata com tanta grosseria?
– Sim, infelizmente é sempre assim.
– E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
– Sim, sou.
– Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
– Porque não quero que ele decida como eu devo agir.
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Nós somos nossos “próprios donos”. Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mau humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros. Não são os ambientes que nos transformam… somos nós que transformamos os ambientes.


Para Ronaldo Fenômeno Oportunista




sexta-feira, 13 de junho de 2014

Os Navios & a Vida




Certa vez, um homem sábio foi às docas para observar os navios entrarem e saírem do porto. Percebeu que, quando um navio saía para o alto mar, todas as pessoas no cais festejavam e desejavam boa viagem. Enquanto isso, ignorado pela multidão, outro navio entrou no porto e atracou. O sábio dirigiu-se às pessoas, dizendo: “Vocês não percebem que os seus sentimentos estão ao contrário? Quando um navio parte, não se sabe o que virá pela frente, ou qual será o seu fim. Portanto, na verdade não há motivo para celebrar. Porém, quando um navio entra no porto e regressa ao lar com segurança, este é um motivo para fazê-los sentir alegria.”
A vida é aquela viagem e nós somos o navio. Quando nasce uma criança, festejamos. Quando uma alma volta para casa, pranteamos. No entanto, se víssemos a vida na terra da mesma maneira que o sábio observava o movimento dos navios, talvez pudéssemos dizer: “O navio terminou sua jornada, enfrentou as tempestades da vida, e finalmente entrou no porto. E agora está seguro em casa (…)”


Balões & Felicidade




Um grupo de 500 pessoas participava de um seminário, quando de repente, o palestrante parou e decidiu fazer uma atividade em grupo. Após distribuir um balão para cada integrante, o palestrante pediu que escrevessem de caneta seus nomes no seu balão. Em seguida, todos os balões foram recolhidos e colocados dentro de outra sala vazia. Passado algum tempo, o palestrante orientou para que todos entrassem na sala ao lado e que cada um procurasse pelo balão com o seu nome anotado. Advertiu, no entanto que, esta tarefa deveria ser realizada no máximo em 5 minutos.
Todos procuravam desesperadamente pelo balão com o seu nome, empurrando e batendo-se uns nos outros e formando uma enorme confusão sem conseguirem concluir a tarefa. O palestrante então interrompeu a atividade, acalmou o grupo e pediu que cada pessoa pegasse um balão aleatoriamente e desse para a pessoa cujo nome estava escrito. E em poucos minutos, sem nenhum tumulto todos estavam com o seu próprio balão. Depois que todos retornaram a sala principal e se sentaram com seus balões, o palestrante explicou:
"Isso está acontecendo em suas vidas. Todos estão desesperadamente procurando a felicidade ao redor, sem saber onde ela está. Nossa felicidade está na felicidade das outras pessoas. Dê-lhes a sua felicidade e você também terá a sua própria."
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Autor desconhecido


O Discípulo Honesto





Como nos lembra essa parábola judaica, a fé, freqüentemente é o caminho que conduz o homem para outras virtudes (neste caso, para a honestidade).
Uma vez, o rabino decidiu testar a honestidade de seus discípulos; por isso os reuniu e fez-lhes uma pergunta:
– O que vocês fariam se estivessem caminhando e achassem uma bolsa cheia de dinheiro caída na estrada? – perguntou.
– Eu a devolveria ao dono. – disse um discípulo.
"A resposta dele foi muito rápida, preciso descobrir se ele realmente pensa assim", pensou o rabino.
– Eu guardaria o dinheiro se ninguém me visse encontrá-lo – afirmou o outro.
"Ele tem uma língua fraca, mas um coração mau", o rabino falou consigo.
– Bem, rabino – disse um terceiro discípulo –, para ser honesto, acredito que eu ficaria tentado a guardá-lo. Por isso, eu rezaria a Deus pedindo que me desse forças para resistir a tal tentação e para fazer a coisa certa.
"Ah!", pensou o rabino. "Eis o homem no qual posso confiar."
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“Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade.” (Sócrates).

* O Livro das Virtudes para Crianças. (William J. Bennett).


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Marcus Deminco – O Escritor do Agora: Lembre-se de Largar o Copo quando ele começar a pesar

Marcus Deminco – O Escritor do Agora: Lembre-se de Largar o Copo quando ele começar a pesar

Marcus Deminco – O Escritor do Agora: Encontro na 5ª Avenida

Marcus Deminco – O Escritor do Agora: Encontro na 5ª Avenida

Marcus Deminco – O Escritor do Agora: Voe Cada Vez Mais Alto

Marcus Deminco – O Escritor do Agora: Voe Cada Vez Mais Alto

Marcus Deminco – O Escritor do Agora - Blog Oficial ©: O Abrigo em Chamas

Marcus Deminco – Blog Oficial ©: O Abrigo em Chamas

Lembre-se de Largar o Copo quando ele começar a pesar




Uma psicóloga falando sobre gerenciamento do estresse em uma palestra levantou um copo d'água. E enquanto todos esperavam que ela fizesse aquela mesma pergunta comum; se o copo estava meio cheio ou meio vazio, ela sorriu e surpreendeu indagando:
– Para vocês quanto pesa este copo de água?
E mediante as respostas imprecisas, oscilando entre 100 e 350 g. ela então respondeu:
– O peso absoluto não importa. Depende de quanto tempo você o segura. Se eu segurar por um minuto, não tem problema. Se eu o segurar durante uma hora, ficarei com dor no braço. Se eu segurar por um dia meu braço ficará amortecido e paralisado. Em todos os casos o peso do copo não mudou, mas quanto mais tempo eu o segurava, mais pesado ele ficava.
E enquanto todos ainda refletiam desentendidos, ela concluiu:
– O estresse e as preocupações da vida são como aquele copo d'água. Eu penso sobre eles por um tempo e nada acontece. Eu penso sobre eles um pouco mais de tempo e eles começam a machucar. E se eu penso sobre eles durante o dia todo me sinto paralisada, incapaz de fazer qualquer coisa.
__________
Então, lembre-se SEMPRE de "largar o copo” quando ele começar a pesar.
Autor desconhecido


Encontro na 5ª Avenida




Eu estava saindo da Igreja de Saint Patrick, em Nova York, quando um rapaz brasileiro se aproximou.
- Que bom encontrá-lo aqui - disse sorrindo. - Precisava muito dizer alguma coisa a você.
Eu também gostei do encontro com um desconhecido. Convidei-o para tomar um café, contei a chatice que foi minha viagem a Denver, sugeri que fosse até o Harlem no Domingo para, para assistir a um serviço religioso.
O rapaz, que devia ter vinte e poucos anos, me escutava sem dizer nada.
Eu continuei a falar. Disse que acabara de ler um livro de ficção sobre um terrorista que toma de assalto a Igreja de Saint Patrick, e o escritor descrevia tão bem o cenário que me chamara a atenção sobre muitas coisas que jamais havia visto em minhas visitas ao local. Assim tomara a decisão de passar por ali naquela manhã.
Ficamos quase uma hora juntos, tomamos dois cafés, e eu conduzi a conversa o tempo todo. No final, nos despedimos, e desejei uma excelente viagem ao rapaz.
- Obrigado - disse ele, afastando-se.
Foi quando notei que seus olhos estavam tristes; alguma coisa tinha dado errado, e eu não sabia exatamente o quê. Só depois de caminhar algumas quadras foi que me dei conta: o rapaz se aproximara dizendo que precisava muito falar comigo.
Durante o tempo que passamos juntos, eu assumira o controle da situação. Em nenhum momento perguntei o que ele queria dizer; na tentativa de ser simpático, preenchi todos os espaços, não permitindo nenhum momento de silêncio, em que o rapaz finalmente pudesse transformar aquele monólogo num diálogo.
Talvez ele tivesse algo muito importante para compartilhar comigo. Talvez, se naquele momento eu estivesse realmente me aberto para a vida, teria também algo para entregar ao rapaz. Talvez tanto a minha vida como a dele tivessem mudado radicalmente depois daquele encontro. Nunca vou saber, e não vou ficar me torturando com o fato de que não soube aproveitar um momento mágico daquele dia; erros acontecem.
Mas, desde então, procuro manter viva na memória a cena da minha despedida e os olhos tristes do rapaz, quando eu não soube receber o que me era destinado, tampouco consegui dar aquilo que eu queria, por mais que me esforçasse.

Do livro: Histórias para pais, filhos e netos (Paulo Coelho).


Voe Cada Vez Mais Alto




Um jovem piloto experimentava um monomotor muito frágil, uma daquelas sucatas usadas na segunda guerra mundial, mas que ainda tinha condições de voar. Ao levantar voo, ouviu um ruído vindo debaixo de seu assento. Era um rato que roía uma das mangueiras que dava sustentação para o avião permanecer nas alturas. Preocupado, pensou em retornar ao aeroporto para se livrar do seu incômodo e perigoso passageiro, mas lembrou-se de que devido à altura o rato logo morreria sufocado. Então voou cada vez mais alto e notou que os ruídos que estavam colocando em risco sua viagem tinham acabado, conseguindo assim fazer sua arrojada aventura ao redor do mundo, que era seu grande sonho...
* Moral da história:
Se alguém ameaçá-lo, voe cada vez mais alto!
Se alguém criticá-lo, voe cada vez mais alto!
Se alguém tentar destruí-lo por inveja e fofocas, voe cada vez mais alto!
E por fim, se alguém cometer alguma injustiça com você, voe cada vez mais alto!
Sabes por quê? Ameaçadores, críticos, invejosos e injustos são iguais aos "ratos".  Não resistem às grandes alturas.
Autor desconhecido
Quando há uma tormenta, os passarinhos escondem-se, as águias, porém, voam mais alto. (Indira Gandhi)


domingo, 8 de junho de 2014

O Abrigo em Chamas




Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo. E este único sobrevivente foi parar numa ilha deserta e fora de qualquer rota de navegação. E ele agradeceu novamente. Com muita dificuldade e os restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse se proteger do sol, da chuva e de animais. O tempo foi passando e a cada alimento que conseguia, ele agradecia. Um dia, voltando depois de caçar e pescar, viu que seu abrigo estava em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça. Desesperado, ele se revoltou e gritava chorando: "O pior aconteceu! Perdi tudo. Deus por que fez isso comigo?" Chorou tanto que Adormeceu profundamente, cansado. No dia seguinte, bem cedo, foi despertado por um navio que se aproximava. "Viemos resgatá-lo", disseram. "Como souberam que eu estava aqui?", perguntou. "Nós vimos o seu sinal de fumaça" responderam eles. 

* É comum nos sentirmos desencorajados e até desesperados quando as coisas vão mal. Mas Deus age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento. Lembre-se: se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas pode ser o sinal de que a graça divina chegará até você. 


quarta-feira, 4 de junho de 2014

7 Leis Da Sincronicidade Para Começar A Ver A Mágica Da Vida




1. Meu espírito é um campo de possibilidades infinitas que conecta tudo o mais. Esta frase resume a totalidade do que estou expondo. Se você esquecer tudo o mais, lembre-se apenas disso;

2. Meu dialogo interno reflete meu poder interno. O dialogo interno das pessoas auto- realizadas pode ser descrito assim: é imune a críticas; não tem apego aos resultados; não tem interesse em obter poder sobre os outros; não tem medo. Isso porque o ponto de referência é interno, não externo.

3. Minhas intenções têm poder infinito de organização. Se minha intenção vem do nível do silêncio, do espírito, ela traz em si os mecanismos para se concretizar.

4. Relacionamentos são as coisas mais importantes na minha vida. E alimentar os relacionamentos é tudo o que importa. As relações são cármicas e quem nós amamos ou odiamos é o espelho de nós mesmos: queremos mais daquelas qualidades que vemos em quem amamos e menos daquelas que identificamos em quem odiamos.

5. Eu sei como atravessar turbulências emocionais. Para chegar ao espírito é preciso ter sobriedade. Não dá para nutrir sentimentos como hostilidade, ciúme, medo, culpa, depressão. Essas são emoções tóxicas. Importante: onde há prazer, há a semente da dor, e vice-versa. O segredo é o movimento: não ficar preso na dor, nem no prazer (que então vira vício). Não se deve reprimir ou evitar a dor, mas tomar responsabilidade sobre ela.

6. Eu abraço o feminino e o masculino em mim. Esta é a dança cósmica, acontecendo no meu próprio eu. A energia masculina: poder, conquista, decisão. A energia feminina: beleza, intuição, cuidado, afeto, sabedoria. Num nível mais profundo, a energia masculina cria, destrói, renova. A energia feminina é puro silêncio, pura intenção, pura sabedoria.

7. Estou alerta para conspirações de improbabilidades. Tudo o que me acontece de diferente na vida é cármico. É, portanto, um sinal de que posso aprender alguma coisa com aquela experiência. Em toda adversidade há a semente da oportunidade.

(Deepak Chopra)
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terça-feira, 3 de junho de 2014

Como Mudar o Mundo




Era uma vez, um cientista que vivia preocupado com os problemas do mundo e decidido a encontrar meios de melhorá-los. Passava dias e dias no seu laboratório à procura de respostas. Um dia, o seu filho de sete anos invadiu o seu santuário querendo ajudar o pai. Claro que o cientista não queria ser interrompido e, por isso, tentou que o filho fosse brincar em vez de ficar ali, atrapalhando-o. Mas, como o menino era persistente, o pai teve de arranjar uma maneira de entretê-lo no laboratório. Foi, então, que reparou num mapa do mundo que estava na página de uma revista. Lembrou-se de cortar o mapa em vários pedaços e depois apresentou o desafio ao filho:
- Filho, você vai me ajudar a consertar o mundo! Aqui está o mundo todo partido. E você vai arrumá-lo para que ele fique bem outra vez! Quando você terminar, me chame, ok?
O cientista estava convencido que a criança levaria dias para resolver o quebra-cabeça que ele tinha construído. Mas surpreendentemente, poucas horas depois, o filho já chamava por ele:
- Pronto pai. Eu já fiz tudo. Consegui consertar o mundo!
O pai não queria acreditar, achava que era impossível um miúdo daquela idade ter conseguido montar o quebra-cabeça de uma imagem que ele nunca tinha visto antes. Por isso, apenas levantou os olhos dos seus cálculos para ver o trabalho do filho que, pensava ele, não era mais do que um disparate digno de uma criança daquela idade. Porém, quando viu o mapa completamente montado, sem nenhum erro, perguntou ao filho como é que ele tinha conseguido sem nunca ter visto um mapa do mundo anteriormente.
- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que, do outro lado da página, havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para eu consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem; virei os pedaços de papel ao contrário e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que também havia consertado o mundo.


A Porta do Coração Humano




Um homem havia pintado um lindo quadro... No dia de apresentá-lo ao publico, convidou todo mundo para vê-lo. Compareceram as autoridades do local, fotógrafos, jornalistas, enfim, uma multidão. Afinal, o pintor além de um grande artista, era também muito famoso. Chegado o momento, tirou-se o pano que velava o quadro.
Houve caloroso aplauso…
Era uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa… O Cristo parecia vivo. Com ouvido junto à porta, ele parecia querer ouvir se lá dentro alguém respondia. Houve discurso e elogios. Todos admiravam aquela obra de arte. Porém, um curioso observador, achou uma falha no quadro… A porta não tinha fechadura, e intrigado foi perguntar ao artista:
-Sua porta não tem fechadura! Como se poderá abri-la?
- É assim mesmo. – Respondeu-lhe o artista. – Esta é a porta do coração humano… SÓ SE ABRE PELO LADO DE DENTRO.