sexta-feira, 13 de junho de 2014

O Discípulo Honesto





Como nos lembra essa parábola judaica, a fé, freqüentemente é o caminho que conduz o homem para outras virtudes (neste caso, para a honestidade).
Uma vez, o rabino decidiu testar a honestidade de seus discípulos; por isso os reuniu e fez-lhes uma pergunta:
– O que vocês fariam se estivessem caminhando e achassem uma bolsa cheia de dinheiro caída na estrada? – perguntou.
– Eu a devolveria ao dono. – disse um discípulo.
"A resposta dele foi muito rápida, preciso descobrir se ele realmente pensa assim", pensou o rabino.
– Eu guardaria o dinheiro se ninguém me visse encontrá-lo – afirmou o outro.
"Ele tem uma língua fraca, mas um coração mau", o rabino falou consigo.
– Bem, rabino – disse um terceiro discípulo –, para ser honesto, acredito que eu ficaria tentado a guardá-lo. Por isso, eu rezaria a Deus pedindo que me desse forças para resistir a tal tentação e para fazer a coisa certa.
"Ah!", pensou o rabino. "Eis o homem no qual posso confiar."
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“Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade.” (Sócrates).

* O Livro das Virtudes para Crianças. (William J. Bennett).


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